<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd">
  <channel>
    <title>Inovação - UFG</title>
    <description></description>
    <itunes:summary></itunes:summary>
    <link>https://inovacao.ufg.br/news</link>
    <image>
      <url>https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/860/o/Logo-AgenciaUFGdeInovacao_Site.png?1528201700</url>
      <link>https://inovacao.ufg.br/</link>
    </image>
    <itunes:image href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/860/o/Logo-AgenciaUFGdeInovacao_Site.png?1528201700"/>
    <item>
      <title>Vem aí o 18º Conpeex</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Logo_18_Conpeex" title="Logo_18_Conpeex" src="http://inovacao.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/Logo_18_Conpeex.jpeg?1624885392" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-weight: 400;"&gt;O maior congresso acadêmico da UFG recebe submissão de trabalhos e inscrições de ouvintes&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Mantendo o compromisso social e científico de suas ações, a Universidade Federal de Goiás realiza entre os dias 4 e 8 de outubro o seu 18º Congresso de Pesquisa, Ensino e Extensão (Conpeex). Assim como no último ano, a edição será realizada de forma totalmente virtual e aberta para participação de toda a comunidade. O tema deste ano é “A transversalidade da ciência, tecnologia e inovações para o planeta”, mantendo consonância com a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia de Inovação. A participação do Conpeex é totalmente gratuita. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A professora Liana Jayme, coordenadora do evento, ressalta a vitalidade do Conpeex dentro e fora da UFG. “Nessa edição será mantida a realização do evento por meio das plataformas digitais. Nosso objetivo é proporcionar encontros virtuais e demonstrações da vida produzida na universidade pública”, destacou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Promover a troca de saberes entre a UFG e a sociedade em geral é um dos princípios norteadores do Conpeex. A pró-reitoria de Extensão e Cultura da UFG, Lucilene Sousa, explica que a realização do evento reforça essa integração. “O ambiente inovador já é conhecido por todos quando se trata do Conpeex. Esperamos contribuir não só com a divulgação da produção científica e promover o intercâmbio científico e cultural, mas também contribuir para avanços tecnológicos”, afirmou. Ela defende ainda que o evento é um espaço profícuo para a promoção de discussões de temáticas que poderão ampliar a formação acadêmica e cultural dos participantes. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A extensa programação do evento contará com palestras, seminários, simpósios temáticos, além da Rota de Ciência e Cultura. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como participar?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todas as atividades do Conpeex são gratuitas e abertas para todos. Assim, estudantes de outras instituições e mesmo aqueles que não possuem vínculo com o ensino superior podem acompanhar as atividades do congresso. Confira as datas:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;5/7 a 23/8 - Inscrição para comunidade acadêmica da UFG (discentes, docentes e técnicos-administrativos) com apresentação de trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;5/7 a 3/10 - Inscrição de participantes do evento como ouvintes. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Confira mais informações e faça sua inscrição no &lt;a href="https://eventos.ufg.br/SIEC/portalproec/sites/gerar_site.php?ID_SITE=17281"&gt;site do evento&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os inscritos receberão certificado com carga horária condizente com as palestras principais. Os certificados serão enviados para o e-mail cadastrado no ato de inscrições a partir de dezembro de 2021.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 28 Jun 2021 10:03:26 -0300</pubDate>
      <link>https://inovacao.ufg.br/n/143266-vem-ai-o-18-conpeex</link>
      <guid>https://inovacao.ufg.br/n/143266-vem-ai-o-18-conpeex</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Tecnologia da Informação e Comunicação  auxilia pesquisas científicas</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="tics" title="tics" src="http://inovacao.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/WhatsApp_Image_2021-06-14_at_16.05.59.jpeg?1623700428" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Com a temática “Soluções em TICs para apoio à pesquisa”, evento virtual destaca diversos programas e sites para auxiliar o trabalho dos pesquisadores&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Augusto Araújo&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Universidade Federal de Goiás (UFG) promoveu no dia 14 de junho a palestra “Soluções em Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) para apoio à pesquisa parte II”, ministrada de forma virtual através de seu canal no YouTube. A primeira parte da palestra foi ministrada no dia 06 de abril e você pode encontrá-la na playlist “Programa Diálogos em Pesquisa e Inovação 2021”, no canal da própria UFG. O evento teve a presença de intérpretes em Libras, para maior acessibilidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O professor associado do Instituto de Informática da UFG (INF/UFG), Hugo Nascimento, voltou a ministrar a palestra dando prosseguimento às discussões a respeito de ferramentas virtuais para apoio às pesquisas científicas. Neste evento, o professor Hugo se aprofundou em dispositivos para revisão bibliográfica, coleta e análise de dados, escrita de textos científicos, tradução de textos para outros idiomas, elaboração de slides de apresentação e o gerenciamento de projetos. Houve também sessões de perguntas e respostas com os espectadores da palestra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O professor destaca que todas as ferramentas escolhidas para a apresentação seguem os quesitos: gratuidade para o pesquisador; funcionamento em diferentes plataformas (GNU/Linux, Windows e Mac OS); e alta disponibilidade, com atualização constante da ferramenta. Hugo também afirmou que optou por ferramentas que preferencialmente permitam um controle pessoal de dados maior e que possibilitem o uso de forma gratuita mesmo após a conclusão do curso do pesquisador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para o gerenciamento de bibliografias, ele recomendou os softwares Zotero e JabRef e explicou: “Há várias razões para se fazer uma pesquisa bibliográfica. Você pode usá-la para explorar uma lacuna na sua área de pesquisa, por exemplo. Temos que ler várias referências para entender a pesquisa, pode vir a ser centenas de bibliografias. Então, esses gerenciadores de bibliografias ajudam nesse controle das referências”, conclui Hugo Nascimento. Na sequência, ele demonstrou como utilizar esses softwares virtuais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/WhatsApp_Image_2021-06-14_at_16.05.59.jpeg" alt="tics" width="700" height="323" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Visando a Revisão Sistemática da Literatura, o professor indicou que esse método de revisão é um processo de controle para encontrar de forma mais eficiente o conteúdo necessário para a pesquisa. Ele indicou o software StArt, que se tornou exclusiva para a plataforma Windows e em sites na web, Hugo apontou o &lt;a href="https://parsif.al/"&gt;Parsif.al&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://sesra.net/"&gt;SESRA.net&lt;/a&gt; e o SRL-Tool. Contudo, o professor fez ressalvas, apontando que não conseguiu encontrar aspectos que garantem a segurança dos dados dessas plataformas virtuais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a coleta de dados, Hugo Nascimento destacou as ferramentas web do REDCap e GSuite Forms, que possibilitaram a criação de questionários com planilhas e visualizações gráficas da pesquisa. Já para a análise dos dados, a recomendação do professor é a ferramenta Calc do LibreOffice ou as planilhas do GSuite, das que estão disponíveis na web. Para os softwares que teriam que ser baixados, Hugo recomendou os programas estatísticos R Project, RKWard, RStudio, PSPP e SOFA.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a escrita científica e elaboração de textos, os softwares livres Writer e Draw, do LibreOffice, além do Google Docs, foram as recomendações de Hugo Nascimento. Para a área da Computação, o professor recomendou o Latex, software muito utilizado nessa área. Entre os recursos de tradução de textos, Hugo comentou que o Google Tradutor e o DeepL Translator são duas plataformas virtuais disponíveis para utilização, embora aconteçam falhas ocasionais de tradução.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Chegando ao fim da palestra, o professor Hugo citou diferentes ferramentas para a apresentação de trabalhos, dentre eles o LibreOffice Impress e o GSuite Slides. Para apresentações mais elaboradas, ele indicou o Prezi, Sozi e o Reveal. Todas essas ferramentas são gratuitas para o pesquisador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hugo Nascimento também citou sites para realização de webconferências, dentre elas, o Google Meets, Google Chat e o RNP. Para o armazenamento de arquivos e dados, o professor citou o Google Drive e o Syncthing. Por fim, a respeito do gerenciamento de projetos, Trello e OpenProject foram duas ferramentas apontadas pelo professor como suportes para o pesquisador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=VWFzHJVHF_4"&gt;Para assistir a palestra clique aqui.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Primeira palestra: &lt;a href="/n/140595-pesquisa-e-seguranca-virtuais-sao-temas-de-palestra-na-ufg"&gt;Pesquisa e segurança virtuais são temas de palestra na UFG&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 14 Jun 2021 16:56:04 -0300</pubDate>
      <link>https://inovacao.ufg.br/n/142850-tecnologia-da-informacao-e-comunicacao-auxilia-pesquisas-cientificas</link>
      <guid>https://inovacao.ufg.br/n/142850-tecnologia-da-informacao-e-comunicacao-auxilia-pesquisas-cientificas</guid>
    </item>
    <item>
      <title>UFG e Comunidade da Construção realizam o 1º Pitch Day </title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Pitch Day 1" title="Pitch Day 1" src="http://inovacao.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/LivingLab_Capa-1.png?1621531215" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-weight: 400;"&gt;Evento integra o projeto Living Lab C, que busca soluções sustentáveis para a Construção Civil&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Mariza Fernandes&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Reunir diversos agentes sociais e construir soluções inovadoras para a Construção Civil com foco na sustentabilidade, esse foi o principal objetivo do 1º Pich Day, realizado na tarde desta quarta-feira (19) pela UFG. O evento integra um importante projeto da Universidade Federal de Goiás, chamado Living Lab C.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com a pró-reitora adjunta de Pesquisa e Inovação e diretora de Transferência e Inovação Tecnológica da UFG, Helena Carasek, o Living Lab é um ambiente de inovação aberta, onde ocorre a colaboração entre empresas, governo, universidade e usuários. “Nosso objetivo é, por meio de uma abordagem sistemática e multidisciplinar de cocriação, integrar processos de pesquisa e de inovação nas comunidades reais, trazendo soluções sustentáveis para a Construção Civil e para a sociedade de uma forma geral”, explicou.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/LivingLab_MCTI-1.png" alt="Pitch Day_MCTI" width="700" height="372" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Tecnologista em ciência do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Daniela Mattar.&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A tecnologista em ciência do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Daniela Mattar, participou do evento e falou sobre a importância do Living Lab da UFG. “A iniciativa da universidade com o setor privado diferencia muito o projeto porque são relações de confiança. E a temática é fantástica. A questão dos resíduos é um problema mundial que interfere muito na questão climática. É um projeto muito complexo e muito completo. Uma bela tentativa de multiplicação”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Living Lab C e Comunidade da Construção&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cumprindo a proposta do Pitch Day, de reunir agentes de diversos setores, participaram representantes da prefeitura de Goiânia, do governo estadual e da cadeia da construção civil. O evento teve início com uma fala do coordenador da Comunidade da Construção, Oswaldo Cascudo (EECA-UFG) que, ao saudar os participantes, explicou que o Living Lab C é um projeto ambientado na Comunidade da Construção. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Comunidade da Construção - Goiânia é um programa de extensão da UFG iniciado há 19 anos, que reúne representantes da cadeia produtiva da construção, tendo como foco a proposição de melhorias para o setor da construção civil. Ele foi formatado pela Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), é coordenado pela EECA/UFG e se desenvolve com a parceria do Sinduscon-GO.  Atualmente, participam da Comunidade 50 empresas do setor, entre construtoras, projetistas, consultores e fabricantes de materiais de construção. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O diretor do Sindicato da Indústria da Construção (SINDUSCON-GO), Cezar Mortari, reforçou o apoio do Sindicato ao projeto. “Esse é o caminho, o ecossistema, não há como progredir somente com algumas entidades fazendo cada uma o seu caminho. Todos devem andar juntos, de preferência com interesses comuns, fazendo o ecossistema rodar”, afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/LivingLab_HelenaC-1.png" alt="Pitch Day_Helena C" width="700" height="373" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Helena Carasek destacou que há diversas atividades do Living Lab programadas para este ano.&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As empresas Consciente, Newinc, Pontal Engenharia, Souza Andrade e Toctao Engenharia, referências em sustentabilidade, compartilharam suas experiências de inovação e boas práticas em sustentabilidade. Helena Carasek destacou que há diversas atividades do Living Lab programadas para este ano. “Teremos uma oficina de cocriação, com o objetivo de chamar todos os agentes e aplicar uma metodologia específica para discutir os gargalos e as soluções para a questão dos resíduos de construção civil. Faremos um encontro anual em agosto e no final do ano, teremos um desafio de inovação nacional – o Ideathon”. Todos os eventos serão divulgados no Instagram do Living Lab: @livinglabc&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 20 May 2021 14:30:09 -0300</pubDate>
      <link>https://inovacao.ufg.br/n/142095-ufg-e-comunidade-da-construcao-realizam-o-1-pitch-day</link>
      <guid>https://inovacao.ufg.br/n/142095-ufg-e-comunidade-da-construcao-realizam-o-1-pitch-day</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Brasil e EUA concedem patente de fitomedicamento desenvolvido na UFG</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Melhor trabalho do 20º Congresso Brasileiro de Toxicologia em 2017" title="Melhor trabalho do 20º Congresso Brasileiro de Toxicologia em 2017" src="http://inovacao.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/Melhor_trabalho_do_XX_Congresso_Brasileiro_de_Toxicologia_em_2017.png?1619478408" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;O Fitoprot auxilia pacientes de câncer acometidos de mucosite durante o tratamento&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Luciana Santal&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ano de 2021 começou com novidades para as Faculdades de Farmácia e Odontologia da Universidade Federal de Goiás (UFG): o pedido de registro de patente de um medicamento para tratamento de uma condição comum em pacientes em tratamentos quimioterápico/radioterápico: a mucosite. O medicamento denominado &lt;em&gt;Fitoprot&lt;/em&gt; teve sua patente concedida, em janeiro, nos Estados Unidos e, em março, no Brasil. A coordenadora do projeto de pesquisa que criou o medicamento, a professora de Toxicologia da Universidade Federal de Goiás (UFG), Marize Campos Valadares, conta que, a ideia era buscar uma solução para o tratamento da doença, que é uma reação adversa ao tratamento quimioterápico/radioterápico que atinge quase 100% dos pacientes em tratamento. A proposta surgiu das inúmeras discussões sobre a ausência de terapias medicamentosas efetivas para esta condição, que, quando se agrava, diminui a qualidade de vida e as chances de tratamento dos pacientes com câncer. &lt;/p&gt;
&lt;div class="left-photo"&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 12pt; margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/fitoprot.jpg" alt="fitoprot" width="173" height="300" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 12pt; margin-bottom: 12pt;"&gt;A professora relata que, nos estudos clínicos, a forma farmacêutica investigada foi a de um enxaguatório bucal, que possui propriedade mucoadesiva, ou seja, fica por mais tempo no local de ação, a mucosa. Ela explica que outra apresentação também foi formulada e estudada: a pomada. “A patente protege e nos dá o privilégio de exclusividade na exploração comercial do &lt;em&gt;Fitoprot&lt;/em&gt;, que pode compreender diversas formas farmacêuticas, incluindo soluções e pomadas. O &lt;em&gt;Fitoprot&lt;/em&gt; é um fitomedicamento inovador, 100% idealizado e desenvolvido por pesquisadores e indústria goiana com sua eficácia cientificamente demonstrada para tratar a mucosite oral”, pontua.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com a professora, “a mucosite é uma inflamação dolorosa e debilitante de todo o trato gastrointestinal que pode variar de leve vermelhidão da mucosa até ulcerações graves. Isso acontece porque, geralmente, os medicamentos para o tratamento do câncer não são específicos contra as células do tumor, ou seja, destroem as células tumorais, mas também lesam células normais. As células normais de renovação constante, como as gastrointestinais, sofrem a ação desses medicamentos/radioterapia, o que ocasiona o surgimento da mucosite”. Essa condição pode causar ao paciente a incapacidade de se alimentar, má nutrição, perda de peso e desidratação, além de aumentar a chance de ele adquirir uma infecção oportunista. A mucosite pode limitar a eficácia do tratamento do câncer, aumentar os custos de hospitalização, e pode até levar à interrupção dos protocolos quimioradioterápicos, o que reduz as chances de cura e sobrevida dos pacientes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Produto inovador goiano –&lt;/strong&gt; A patente do &lt;em&gt;Fitoprot&lt;/em&gt; começou a se tornar realidade a partir de uma chamada pública de abril de 2010 da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), empresa vinculada ao antigo Ministério de Ciência e Tecnologia. Mas as pesquisas antecederam a publicação do edital: as Faculdades de Farmácia e de Odontologia, por meio de um grupo de pesquisadores formado pelos professores Marize Campos Valadares, Aline de Carvalho Batista, Elismauro Francisco Mendonça, Ricardo neves Marreto e Eliana Martins Lima, que pesquisavam temas em fisiopatologia do câncer, farmacologia/toxicologia e tecnologia farmacêutica, uniram forças com o objetivo de desenvolver soluções medicamentosas de maior eficácia e mais seguras para o tratamento de diversas condições patológicas, como a mucosite. No caso em questão, a estratégia dos pesquisadores consistia na obtenção de um produto natural com inovação radical (fitomedicamento inédito), com tecnologia agregada (mucoadesivo), eficaz (proteger e/ou reduzir a gravidade da mucosite), seguro (sem reações adversas), com potencial de obtenção de registro junto à Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), ou seja, desenvolvimento do produto alinhado com os requisitos regulatórios da Anvisa.  O grupo viu então, na chamada pública, uma oportunidade para desenvolver os estudos, já que o edital previa uma cooperação entre instituições públicas e empresas, papel desempenhado aqui pela FBM Indústria Farmacêutica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Marize contou que a cooperação com a FBM foi essencial para a conquista. “Buscamos a parceria com a FBM, na pessoa do Marcelo Perillo, que acreditou na ideia e investiu recursos financeiros e &lt;em&gt;know-how&lt;/em&gt; para o desenvolvimento do projeto que culminou nas patentes. Importante destacar que a área farmacêutica é extremamente regulada e a cooperação interdisciplinar juntamente com indústria foi determinante para a condução dos estudos. Estudos clínicos do porte dos executados neste projeto demandam a produção de lotes pilotos do medicamento utilizados nos pacientes do estudo que devem ser produzidos conforme os requisitos regulatórios de qualidade e boas práticas de fabricação mandatórios da Anvisa”.      &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O desenvolvimento de um medicamento pode levar vários anos, como é o caso do &lt;em&gt;Fitoprot&lt;/em&gt;. A partir da aprovação da pesquisa pela Finep em 2010, foram desencadeadas algumas fases para se chegar ao produto patenteado. Para obter o alinhamento científico com o regulatório, ação essencial para o êxito da pesquisa, a equipe se reuniu algumas vezes com representantes da Anvisa e, juntos, definiram o planejamento e execução das etapas pré-clínicas e clínicas. O estudo precisava provar que as plantas utilizadas juntas na formulação possuíam baixo potencial de toxicidade: tanto a Bidens pilosa quanto a Cúrcuma longa já faziam parte da Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao Sistema Único de Saúde (ReniSUS) porque são plantas de longa data de uso, com muitas informações sobre elas já reunidas. Então, isoladas, já apresentavam baixa toxicidade.&lt;/p&gt;
&lt;div class="right-photo"&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/Melhor_trabalho_do_Congresso_Brasileiro_de_Ci%C3%AAncias_Farmac%C3%AAuticas_do_Brasil_Central_em_2013.png" alt="Melhor trabalho do Congresso Brasileiro de Ciências Farmacêuticas do Brasil Central em 2013" width="545" height="700" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Melhor trabalho do Congresso Brasileiro de Ciências Farmacêuticas, em 2013&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Nos anos de 2011 e 2012, foi realizada a etapa pré-clínica com a investigação dos efeitos da Bidens pilosa, onde verificou-se que o efeito predominante sobre a mucosite era o antiinflamatório. Entre 2012 e 2013, foi a vez de investigar a ação dos curcuminóides da Cúrcuma longa, que teve o efeito de proliferação celular/mucosa e amenização de perda de peso. A associação da &lt;em&gt;Bidens pilosa&lt;/em&gt; e dos curcuminóides da Cúrcuma longa apresentou melhores resultados do que cada planta analisada isoladamente. Assim, foi possível somar os efeitos antiinflamatórios e proliferativos e criar o &lt;em&gt;Fitoprot&lt;/em&gt;, medicamento fitoterápico capaz de conferir maior proteção contra a indução da mucosite. Nessa etapa, que ganhou o prêmio de melhor trabalho apresentado no Congresso de Ciências Farmacêuticas do Brasil Central em 2013, também se identificou a dose terapêutica para os estudos clínicos que vieram a seguir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O próximo passo, estudo de fase I, foi realizado em indivíduos saudáveis para se atestar a ausência de toxicidade clínica. Em 2017, esta fase da pesquisa ganhou o maior prêmio do 20º Congresso Brasileiro de Toxicologia. Entre os anos de 2014 e 2018, já na etapa clínica, foram realizadas análises em pacientes com câncer de cabeça e pescoço que recebiam tratamento no Hospital Araújo Jorge. Os resultados de eficácia mostraram que o &lt;em&gt;Fitoprot&lt;/em&gt; reduz o aparecimento da mucosite grave, com aumento da qualidade de vida dos pacientes. Esses dados também foram premiados: a apresentação dessa etapa em 2017, no 34º Congresso da Sociedade Brasileira de Pesquisas Odontológicas, rendeu o prêmio de melhor trabalho da área.&lt;/p&gt;
&lt;div class="left-photo"&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/Melhor_trabalho_do_XX_Congresso_Brasileiro_de_Toxicologia_em_2017.png" alt="Melhor trabalho do 20º Congresso Brasileiro de Toxicologia em 2017" width="847" height="700" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Melhor trabalho do 20º Congresso Brasileiro de Toxicologia em 2017&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;A professora Marize explica que a UFG abrigou todas as etapas de desenvolvimento da formulação, provas de conceito, investigações mecanísticas, etapas pré-clínicas e avaliação das amostras biológicas de pacientes. Já a etapa clínica de fase 2 foi realizada em cooperação com o Hospital Araújo Jorge. À FBM Indústria Farmacêutica, coube a elaboração de documentação regulatória, o depósito das patentes, o escalonamento da formulação, a produção de lote piloto e o controle de qualidade da formulação. “Após essa concessão da patente, o próximo passo é apresentar à ANVISA toda a documentação para a obtenção do registro do produto, que inclui os dados de segurança, eficácia e qualidade de fabricação. Esta etapa está em curso e esperamos concluí-la em breve. Com o registro na ANVISA, a empresa adquire a autorização sanitária para a comercialização do produto. O mercado é estimado em US$ 1,2 bilhões, já que quase 100% de pacientes que se tratam com radio/quimioterapia desenvolvem mucosite”, anuncia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pesquisa e Inovação na UFG –&lt;/strong&gt; A professora Marize aponta que o sucesso do projeto se deve à cooperação de pesquisadores de conhecimento e experiências sólidas em diversas áreas, aspectos importantes para a solução buscada. “O projeto teve investimento federal e investimento privado, parcerias entre instituições públicas consolidadas, como a UFG e o Hospital Araújo Jorge, que atende majoritariamente pacientes do SUS. O projeto em si é a aplicação do conhecimento gerado em instituições públicas para sanar os problemas e dores da sociedade brasileira e mundial. A realização deste projeto foi ainda uma oportunidade de formação de recursos humanos: três mestres e dois doutores se formaram com recursos deste projeto”, defende.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A cooperação entre universidades e empresas para o desenvolvimento de medicamentos como o &lt;em&gt;Fitoprot&lt;/em&gt; é considerada essencial pela gestão da UFG. “A interação universidade-empresa é uma das atividades sociais de grande relevância da UFG e que pode gerar grande contribuição para o desenvolvimento econômico e social de Goiás e do Brasil. Eventos como a concessão da patente do &lt;em&gt;Fitoprot&lt;/em&gt; reafirmam esse fato geral e, em particular, enfatizam a grande contribuição que as Faculdades de Farmácia e de Odontologia da UFG podem dar, e de fato têm dado, para o desenvolvimento do setor farmacêutico brasileiro. Parabéns aos pesquisadores envolvidos”, enaltece o pró-reitor de Pesquisa e Inovação, Jesiel Carvalho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Núcleo de Inovação Tecnológica - &lt;/strong&gt;O Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT-UFG), instituído em 2005, é o responsável pelo depósito de patentes e registro de outras Propriedades Intelectuais. Após a criação da Pró-reitoria de Pesquisa e Inovação (PRPI), estabeleceu-se dentro do NIT, o Escritório de Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia, com o objetivo de tratar especificamente dos pedidos de registros de patentes. Atualmente, após uma reestruturação, ele passou a ser denominado Setor de Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia (SPITT). No caso da patente do &lt;em&gt;Fitoprot&lt;/em&gt;, o depósito foi feito pela empresa parceira na pesquisa, a FBM Indústria Farmacêutica; constam como inventores os professores da UFG e figuram, como titulares, a UFG e a FBM.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com a diretora de Transferência e Inovação Tecnológica e pró-reitora adjunta de Pesquisa e Inovação da UFG, Helena Carasek, muitas ações têm sido desenvolvidas para fomentar os pedidos de registro de patentes. Além de estruturar o SPITT com profissionais altamente qualificados e promover palestras, oficinas e cursos sobre patentes, a UFG, em parceria com a Funape, criou uma ferramenta inovadora para apoiar as atividades relacionadas à propriedade intelectual e transferência de tecnologia. Essa ferramenta visa também dar maior visibilidade às tecnologias desenvolvidas pela universidade, como as patentes. “Nós estamos lançando a Plataforma PITT. Trata-se de uma plataforma inovadora que entrará em operação a partir de maio deste ano. A plataforma, além de conter uma Vitrine das Tecnologias, permitirá a solicitação, acompanhamento e controle financeiro de processos de registro de Propriedade Industrial junto ao INPI, bem como a gestão da transferência de tecnologia (com elaboração de instrumentos contratuais para formalização das parcerias)”, anuncia. A plataforma ainda contém um Catálogo de Laboratórios e Equipamentos e um módulo de Depósito de Obras Intelectuais com certificação digital (Registro de Direito Autoral).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Curso de especialização -&lt;/strong&gt; Para capacitar servidores e pesquisadores para o processo de patenteamento, a instituição criou, em 2018, um curso de especialização em Propriedade Industrial – Patentes. “Esse curso também é uma iniciativa pioneira da UFG, pois é um curso de formação técnica”, afirmou a coordenadora do curso, Tatiana Duque. A professora ainda informa que a segunda turma do curso terá seu processo seletivo divulgado em maio de 2021, com início das aulas em julho. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 26 Apr 2021 20:17:47 -0300</pubDate>
      <link>https://inovacao.ufg.br/n/141169-brasil-e-eua-concedem-patente-de-fitomedicamento-desenvolvido-na-ufg</link>
      <guid>https://inovacao.ufg.br/n/141169-brasil-e-eua-concedem-patente-de-fitomedicamento-desenvolvido-na-ufg</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Premiação reconhece 2 empresas do CEI UFG pela sustentabilidade</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Nova Unidade do CEI UFG" title="Nova Unidade do CEI UFG" src="http://inovacao.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/_DSC1358-1.jpg?1543947814" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;II Prêmio Empresa Inovadora avalia organizações que se destacaram em 2019 e 2020&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;div dir="auto"&gt;A Biogyn Soluções Entomológicas é a vencedora na categoria empresa incubada do II Prêmio Empresa Inovadora, promovido pelo Centro de Empreendedorismo e Incubação da UFG (CEI), em parceria com Sebrae-GO. Voltada para o atendimento a pequenos e médios produtores, a empresa atua com tecnologias sustentáveis na agricultura  e conservação do solo. Rizia Andrade, CEO da Biogyn, afirma que receber esse prêmio, sobretudo em tempos  de crise,  é valioso. “Muito motivador, tivemos vários aprendizados neste período”, finaliza. Glaubia Cavalcanti, sócia da empresa, que cuida da parte administrativa.&lt;/div&gt;
&lt;div dir="auto"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir="auto"&gt;Na categoria empresa graduada, a vencedora é a Luna Greentech, que também possui compromisso com práticas de preservação ambiental. A Luna utiliza soluções tecnológicas na produção de insumos naturais para cosméticos.&lt;/div&gt;
&lt;div dir="auto"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir="auto"&gt;Nathalia Pedroso, CEO da Luna, lembra que o apoio da UFG, por meio do CEI, é muito importante para fomentar o empreendedorismo.”Agradecemos por todas as oportunidades que a Universidade nos oferece nesse trajetória em busca de nossos ideais", conclui.   &lt;/div&gt;
&lt;div dir="auto"&gt;             &lt;/div&gt;
&lt;div dir="auto"&gt;&lt;strong&gt;Protagonismo feminino   &lt;/strong&gt;       &lt;/div&gt;
&lt;div dir="auto"&gt;A pró-reitora adjunta de Pesquisa e Inovação (PRPI) e diretora de Transferência e Inovação Tecnológica da UFG, Helena Carasek, destaca a importância de organizações  comandadas por mulheres assumirem representatividade.”Essas empreendedoras multiplicam as conquistas na construção de um futuro de oportunidades iguais. É uma satisfação para a UFG reconhecer projetos tão importantes no contexto do empreendedorismo sustentável, com poder de inspirar outras mulheres e melhorar a vida das pessoas”, enfatiza. &lt;/div&gt;
&lt;div dir="auto"&gt;                          &lt;/div&gt;
&lt;div dir="auto"&gt;O Prêmio Empresa Inovadora tem como objetivo avaliar empresas que se destacaram nos anos de 2019 e 2020.  A entrega do Prêmio ainda não tem data marcada. &lt;/div&gt;
&lt;div dir="auto"&gt;     &lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 19 Apr 2021 10:44:26 -0300</pubDate>
      <link>https://inovacao.ufg.br/n/140928-premiacao-reconhece-2-empresas-do-cei-ufg-pela-sustentabilidade</link>
      <guid>https://inovacao.ufg.br/n/140928-premiacao-reconhece-2-empresas-do-cei-ufg-pela-sustentabilidade</guid>
    </item>
    <item>
      <title>UFG assina contratos de transferência tecnológica do teste RT-LAMP</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="UFG assina contratos de transferência tecnológica do teste RT-LAMP 4" title="UFG assina contratos de transferência tecnológica do teste RT-LAMP 4" src="http://inovacao.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/b609ca42-3911-422b-9535-b75f2bcd08be.jpg?1617883545" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Teste mais rápido e barato poderá ser realizado por laboratórios e clínicas habilitadas&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;A Universidade Federal de Goiás (UFG) realizou, na tarde desta quarta-feira (7), a solenidade de assinatura do contrato de transferência tecnológica do teste RT-LAMP. As seis instituições habilitadas terão acesso a conhecimentos e técnicas e ao licenciamento para o uso do Protocolo UFG para teste RT-LAMP de diagnóstico da Covid-19, desenvolvido por um grupo de pesquisadores da Universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais rápido e barato, o diagnóstico poderá ser realizado por laboratórios de análises clínicas, hospitais e demais instituições que compõem o sistema de atenção à saúde, públicas ou privadas. O &lt;a href="https://prpi.ufg.br/n/140258-publicado-resultado-final-do-edital-ufg-de-oferta-tecnologica-de-teste-rt-lamp"&gt;resultado final do edital&lt;/a&gt; com a lista de instituições habilitadas está disponível no site da Pró-reitoria de Pesquisa e Inovação (PRPI/UFG).  Para serem consideradas aptas a receber a tecnologia, as instituições interessadas precisaram cumprir diversos requisitos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma das entidades habilitadas é a Fundação Tiradentes, que presta assistência a policiais militares e seus familiares. O diretor-presidente da Fundação, coronel Cleber Aparecido dos Santos, participou da solenidade representando as seis instituições que vão receber a tecnologia.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/b609ca42-3911-422b-9535-b75f2bcd08be.jpg" alt="UFG assina contratos de transferência tecnológica do teste RT-LAMP 4" width="700" height="525" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Diretor-presidente da Fundação Tiradentes, coronel Cleber Aparecido dos Santos, representou as seis instituições habilitadas&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Esses testes serão utilizados em nosso público-alvo, que é o policial militar e a família dele. Mas essencialmente, que possamos testar o policial militar da ativa, contribuindo para o bem-estar e a disponibilidade desse profissional na proteção da sociedade. Se pegarmos todo o nosso conjunto, atendemos cerca de 70 mil pessoas. O efetivo de policiais da ativa é de 14 mil pessoas, e seis mil policiais inativos, aliado a seus dependentes e familiares”, afirmou o coronel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante a solenidade, o reitor da UFG, Edward Madureira Brasil, lembrou dos esforços da PRPI para que o projeto fosse implementado o mais rápido possível, com a busca de insumos e acesso a laboratórios, além do esforço pessoal da equipe de pesquisadores e o apoio do Ministério Público do Trabalho (MPT) de Goiás, como instituição que fez o aporte financeiro para o desenvolvimento dessa pesquisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Não cabe à Universidade produzir e vender o resultado dessa pesquisa. Esse não é o nosso negócio. Nossa função é produzir conhecimento e passar para a frente. Nosso papel é enfrentar outros desafios que estão por aí e que surgem a todo o instante. A Universidade existe para produzir mais e mais soluções para o nosso dia a dia”, afirmou Edward.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Transferência tecnológica&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; As etapas do processo de transferência tecnológica incluem a disponibilização de Relatório Técnico de Validação realizado pela UFG; realização de treinamento presencial; visita técnica de acompanhamento da implantação do processo produtivo de realização do teste nas instalações da instituição contratante; e visita técnica de acompanhamento do processo de validação do protocolo do teste de diagnóstico nas instalações da contratante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A iniciativa faz parte do Termo de Cooperação Técnica  firmado entre o Ministério Público do Trabalho (MPT), por meio da Procuradoria Regional do Trabalho da 18ª Região, e a UFG, com o apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa (Funape), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/5f916e3d-0372-4f44-afe3-83e0d88a3367.jpg" alt="UFG assina contratos de transferência tecnológica do teste RT-LAMP 3" width="700" height="525" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Procurador-chefe do MPT em Goiás, Tiago Ranieri de Oliveira&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O procurador-chefe do MPT em Goiás, Tiago Ranieri de Oliveira, destacou que a parceria com a UFG é uma oportunidade que gera benefícios para toda a sociedade. “Esses valores destinados à pesquisa são valores oriundos da condenação de empresas que não cumpriram a legislação trabalhista. Existe a possibilidade da reversão desse dano para projetos sociais, nesse caso foi investido aqui, na pesquisa coordenada pela professora Gabriela Duarte.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Teste RT-LAMP&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O grupo de cientistas que criou o protocolo UFG para teste RT-LAMP de diagnóstico molecular da covid-19 é formado pela professora do Instituto de Química da UFG (IQ), Gabriela Rodrigues Mendes Duarte; a professora do Instituto de Ciências Biológicas (ICB), os pesquisadores Elisângela de Paula Silveira Lacerda; Livia do Carmo Silva (ICB); Kézia Gomes de Oliveira (IQ); Geovana de Melo Mendes (IQ); Paulo Felipe Neves Estrela (IQ); Carlos Abelardo dos Santos (ICB); e Marcio Neres de Souza Junior (IQ). &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/71b79755-ae7d-457b-b320-e8fb89cd3c19.jpg" alt="UFG assina contratos de transferência tecnológica do teste RT-LAMP 1" width="700" height="525" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Pesquisadora Gabriela Duarte (ICB/UFG) participou da solenidade representando o grupo que desenvolveu a pesquisa&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pesquisadora Gabriela Duarte falou sobre o sentimento de felicidade ao ver os resultados da pesquisa sendo devolvidos à sociedade. “Tudo o que estamos vivendo com essa pandemia é muito triste, mas não paramos por causa disso. Tivemos a oportunidade de desenvolver esse projeto e até agora já testamos 1,5 mil pessoas e isso é muito pouco perto que esse teste pode integrar. E é por isso que estamos aqui, para ampliar muito esse número. O Brasil ainda precisa muito de testes para a covid-19. Agradeço muito as seis empresas e instituições que embarcaram conosco nesse projeto. Nosso objetivo é ampliar o uso desse teste e beneficiar toda a sociedade”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O protocolo UFG para teste RT-LAMP de diagnóstico molecular da covid-19 é uma alternativa aos métodos convencionais de RT-qPCR e apresenta as seguintes vantagens: requer um conjunto de aparato instrumental barato e facilmente encontrado em laboratórios de análises clínicas; o treinamento da equipe técnica para realização das análises e interpretação dos resultados é rápido; o tempo médio da análise para a obtenção do resultado final é de aproximadamente 50 minutos; possui confiabilidade dos resultados equivalente ao obtido por PCR; e apresenta grande potencial para aplicações mesmo em locais com pouca estrutura laboratorial. &lt;a href="/n/139767-ufg-lanca-edital-de-transferencia-tecnologica-do-teste-rt-lamp?atr=pt-BR&amp;amp;locale=pt-BR"&gt;Saiba mais&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 07 Apr 2021 17:16:37 -0300</pubDate>
      <link>https://inovacao.ufg.br/n/140571-ufg-assina-contratos-de-transferencia-tecnologica-do-teste-rt-lamp</link>
      <guid>https://inovacao.ufg.br/n/140571-ufg-assina-contratos-de-transferencia-tecnologica-do-teste-rt-lamp</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Saúde mental e ensino-aprendizagem têm impacto com ensino remoto</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="ensino remoto" title="ensino remoto" src="http://inovacao.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/woman-5658852_640.jpg?1617028898" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Palestra gerou a reflexão sobre as diferenças dos indivíduos frente à nova realidade e as novas linguagens do ensino-aprendizagem durante pandemia&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Rafaela Ferreira &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A professora Alba da Mata, psicóloga e docente da Faculdade de Letras (FL), participou nesta quinta-feira, 25, da palestra “Pandemia, ensino remoto e o tempo” no YouTube da UFG Oficial. O evento foi mais uma atividade do programa Diálogos em Pesquisa e Inovação Virtual da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (PRPI/UFG). Durante a fala, a professora Alba teve como objetivo discutir como o Ensino Remoto Emergencial (ERE) teve impacto no processo do ensino-aprendizagem, além de como lidar com as tarefas do cotidiano nesse cenário pandêmico. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o apoio da Fundação de Desenvolvimento Tecnópolis (Funtec) e da Reitoria Digital UFG, o evento contou com a mediação da professora Rejane Ribeiro, diretora de pesquisa da PRPI. Juntando as temáticas da crise sanitária global e o ensino remoto, a professora Alba da Mata falou da relação entre esses assuntos com as percepções dos indivíduos e o sentido atribuído à passagem do tempo de cada pessoa e finalizou dando dicas de uma melhor gestão das horas diárias no atual contexto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/imagem2.jpeg" alt="Palestra ensino remoto" width="700" height="393" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pandemia da Covid-19 colocou toda a população em uma situação de emergência, onde a vida cotidiana sofreu impactos. A professora da FL, e também psicóloga, deu início a sua fala  expondo as mudanças nos contextos da vida que a pandemia gerou: “A pandemia significa impactos. Nossa forma de viver mudou. Por isso as mudanças são significativas na forma da gente estar no mundo. Envolve nosso tempo, mas também nossos hábitos e comportamentos”, afirmou Alba. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa alteração coletiva da rotina está presente nas mudanças de como os hábitos individuais influenciam o mundo até nas sensações pessoais vivenciadas no dia-a-dia. Com essas transformações gerais, Alba listou algumas alterações nas relações interpessoais, que são os sentimentos, pensamentos e capacidade de atenção/concentração: “É um cenário em que a gente fica impaciente mesmo, porque as emoções e sentimentos são alterados. Vem uma enxurrada de emoções que são contraditórias”, disse ela. Além disso, mudanças no apetite, sono e no próprio corpo podem ter sido sentidas também.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo vivenciando sentimentos semelhantes, a docente apontou que a pandemia impacta as pessoas de maneiras específicas, conforme suas características e condições de vida. Desde como a pandemia interfere psicologicamente no indivíduo até como ela atinge economicamente. É possível ver as diferentes marcas deixadas por ela, explicou a professora durante a palestra virtual. “A gente já discutia e denunciava as diferenças e desigualdades do país, mas a pandemia escancarou tudo. As diferenças são gritantes, elas impactam de um jeito diferente a vida de cada um nesse cenário”, apontou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ensino-aprendizagem&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A relação entre a pandemia e o processo de ensino-aprendizagem também foi abordado durante o evento. A relação instituição, professores, estudantes e comunidade foi atingida desde a paralisação das aulas até a adoção do sistema de Ensino Remoto Emergencial (ERE). A professora, e também pesquisadora da área da psicologia escolar e educacional, Alba da Mata explicou que essas mudanças significativas na relação de ensinar e aprender são devido ao período de incerteza, mas também a exigência de uma nova linguagem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desta forma, essa linguagem tecnológica atinge a subjetividade do ensinar e aprender. “Não é simplesmente saber usar o computador, mas sim aprender a usar uma nova tecnologia. Em que ela constituiu uma nova linguagem, uma nova forma de se comunicar, de compreender o outro e ser compreendido”, explicou a professora. Com isso, o ERE modificou, tanto para os docentes quanto aos discentes, os modelos de comunicação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A noção humana em relação ao tempo se alterou com a crise sanitária mundial. Com o trabalho remoto e doméstico, a questão de como a passagem do tempo é sentida pelas pessoas também foi modificada devido a uma nova rotina, o distanciamento social e novas emoções e sentimentos, explicou a professora durante a fala. Alba da Mata falou também de como o indivíduo trabalha essa passagem cronológica de três formas: o tempo físico, ou seja, aquele do relógio, o tempo subjetivo, o sentido pelas pessoas e a percepção que é como se lida, de fato, com esse período. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com isso, Alba explica que o cenário altera nossa percepção de tempo e diante de uma pandemia, saber lidar com as horas dos dias ficou diferente. A professora destaca que a pressão para uma maior produtividade e de avaliações sofreu influências durante o isolamento social. Jordana Oliveira, estudante da Faculdade de Nutrição (Fanut), relatou, via chat, essa percepção em seu cotidiano: “Essa questão do tempo é algo real. Como o trabalho e os estudos estão no computador sinto que nunca estou sem trabalhar ou estudar”, relatou a aluna.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Empatia &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por fim, a palestrante fez algumas orientações para uma melhor gestão do tempo para esse cenário pandêmico. O cuidado da saúde física e emocional, assim como uma organização eficiente das condições de trabalho (ambiente, rotina e método) foram apontados como elementos para um maior cuidado. Ou seja, uma boa alimentação, noites de sono e uma ordenação de um método para trabalhar e/ou estudar influenciam na saúde do corpo e da mente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, a sistematização de tarefas também pode ser um recurso para o autocuidado, apontou a professora Alba da Mata. “Cumprir metas pode gerar uma sensação de alívio e prazer. Isso é importante para nossa saúde emocional. Por isso pense metas pequenas, pequenos passos, construir aos poucos”, explicou. As dificuldades de atenção, que são causadas muitas vezes por fatores externos, como barulhos no ambiente doméstico, o computador e a internet podem atrapalhar nesse processo do cuidado pessoal. Por isso, a professora aponta a necessidade de perceber como a pessoa lida com essas questões e trabalhar em cima disso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar dos cuidados individuais, Alba explica que essa superação não depende unicamente do esforço pessoal. Com isso, a importância da interação social se faz necessária no contexto de isolamento, pois a troca de afetos  é uma alternativa para uma ajuda interna e externa, no final, é um esforço coletivo, pontuou a professora Alba. “A gente precisa pegar um na mão do outro. A gente precisa estar junto. O sofrimento nesse momento é coletivo”, relatou ela ao falar da necessidade de pedir ajuda quando sentir uma pressão maior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante a palestra, também foi abordado como o ERE modificou a relação professor-aluno, onde foi ressaltada a importância da escuta empática. “A empatia não é um sentimento que não é inato, a gente não nasce com esse sentimento, a gente precisa desenvolver. E esse desenvolvimento vai depender muito dos contextos e ambientes que a gente vive e esse ambiente de agora é propício para experimentarmos a empatia”, explicou a professora Alba da Mata, que abordou também a necessidade da afetividade nas relações, ou seja, ser acolhedor, escutar e ser tolerante se faz essencial no atual cenário.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 29 Mar 2021 11:43:33 -0300</pubDate>
      <link>https://inovacao.ufg.br/n/140228-saude-mental-e-ensino-aprendizagem-tem-impacto-com-ensino-remoto</link>
      <guid>https://inovacao.ufg.br/n/140228-saude-mental-e-ensino-aprendizagem-tem-impacto-com-ensino-remoto</guid>
    </item>
    <item>
      <title>CEI UFG é selecionado por programa de apoio a empreendedores </title>
      <description>&lt;img width="200" alt="CEI UFG" title="CEI UFG" src="http://inovacao.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/IMG_20200613_101124_819.jpg?1607100006" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-weight: 400;"&gt;Programa Ideiaz – Powered by InovAtivax avaliou 60 ambientes de inovação&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;O Centro de Empreendedorismo e Incubação da UFG foi selecionado pelo Programa Ideiaz – Powered by InovAtiva para apoiar negócios inovadores de todas as regiões brasileiras. A iniciativa é do Sebrae, Anprotec - Associação Nacional de Entidades de Apoio a Empreendimentos Inovadores e Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia (Sepec/ME).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sessenta ambientes de inovação participaram da chamada pública, que mobilizou incubadoras e aceleradoras do país. "Estamos muito felizes de figurar entre as 4 primeiras selecionadas para esse grupo'',  afirmou a pró-reitora adjunta de Pesquisa e Inovação (PRPI) e diretora de Transferência e Inovação Tecnológica da UFG, Helena Carasek. A infraestrutura e a experiência do CEI serão fundamentais para a aplicação das ferramentas e da metodologia do Programa, e para consolidar negócios na região Centro-Oeste”, conclui.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Programa conectará gratuitamente negócios inovadores e de perfil socioambiental, em estágio inicial, a investidores, pesquisadores, empresários, mentores de negócios e fundos de investimento, e oferecerá mentorias, avaliações, treinamentos e capacitações sobre crédito ou investimento de fundos ou de capital de risco.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 24 Mar 2021 13:35:53 -0300</pubDate>
      <link>https://inovacao.ufg.br/n/140066-cei-ufg-e-selecionado-por-programa-de-apoio-a-empreendedores</link>
      <guid>https://inovacao.ufg.br/n/140066-cei-ufg-e-selecionado-por-programa-de-apoio-a-empreendedores</guid>
    </item>
    <item>
      <title>UFG lança edital de transferência tecnológica do teste RT-LAMP </title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Edital_TesteRT-LAMP (1)" title="Edital_TesteRT-LAMP (1)" src="http://inovacao.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/BannerNoti%CC%81cia_Edital_TesteRT-LAMP_%281%29.png?1615929788" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Protocolo para técnica de diagnóstico molecular da covid-19 é mais barato e rápido&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/Imagem_Pesquisadora.jpeg" alt="Edital RT-LAMP 2021" width="600" height="437" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Equipe do projeto fará os treinamentos de forma gratuita (Imagem: PRPI UFG)&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Versanna Carvalho&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Universidade Federal de Goiás (UFG) publicou o edital de oferta tecnológica nº 01/2021 em (9/3) para tornar público o processo seletivo para transferência de tecnologia e licenciamento por meio da metodologia in house para uso ou exploração comercial, sem exclusividade, do protocolo UFG para teste RT-LAMP de diagnóstico molecular da covid-19. O público-alvo são laboratórios de análises clínicas, hospitais, clínicas e demais instituições que compõem o sistema de atenção à saúde, públicas ou privadas, capazes de atender à Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 302/2005 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O objetivo é contribuir ainda mais para o enfrentamento da covid-19, por meio da ampliação da capacidade de testagem e da oferta de teste de diagnóstico economicamente acessíveis para a sociedade. A candidatura dos interessados em participar do processo seletivo se dará por meio do envio de e-mail com o assunto “Inscrição - Edital de Oferta Tecnológica do Teste Covid-19” para o endereço eletrônico &lt;a href="mailto:inovacao.prpi@ufg.br"&gt;inovacao.prpi@ufg.br&lt;/a&gt;. O prazo limite para enviar a mensagem com a documentação exigida termina às 23h59, de 22 de março de 2021 (próxima segunda-feira). &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Etapas do edital&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com o edital, a tecnologia é baseada em conhecimentos e técnicas não amparados pelos direitos de propriedade industrial. As etapas do processo de transferência tecnológica incluem a disponibilização de Relatório Técnico de Validação realizado pela UFG; realização de treinamento presencial para até três pessoas de cada instituição contratada, com duração de até 4 horas, a ser realizado nas dependências da UFG; visita técnica de acompanhamento da implantação do processo produtivo de realização do teste de diagnóstico nas instalações da instituição contratante, mediante agendamento; visita técnica de acompanhamento do processo de validação do protocolo do teste de diagnóstico nas instalações da contratante, mediante agendamento. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A iniciativa faz parte do Termo de Cooperação Técnica UFG nº 2/2020 firmado entre o  Ministério Público do Trabalho (MPT), por meio da Procuradoria Regional do Trabalho da 18ª Região, e a UFG, com o apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa (Funape), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Transferência de tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O grupo de cientistas que criou o protocolo UFG para teste RT-LAMP de diagnóstico molecular da covid-19 é formado pela professora do Instituto de Química da UFG (IQ), Gabriela Rodrigues Mendes Duarte; a professora do Instituto de Ciências Biológicas (ICB), os pesquisadores Elisângela de Paula Silveira Lacerda; Livia do Carmo Silva (ICB); Kézia Gomes de Oliveira (IQ); Geovana de Melo Mendes (IQ); Paulo Felipe Neves Estrela (IQ); Carlos Abelardo dos Santos (ICB); e Marcio Neres de Souza Junior (IQ). &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://jornal.ufg.br/n/139265-hc-ufg-aplica-teste-molecular-rapido-para-covid-19-desenvolvido-na-universidade"&gt;Em reportagem do Jornal UFG&lt;/a&gt;, a professora do IQ, Gabriela Duarte, afirma que “a equipe do projeto fará o treinamento das equipes de forma gratuita, fazendo com que este diagnóstico seja mais rápido e que possa salvar vidas”. Na mesma publicação, a professora do ICB, Elisângela Lacerda, que também participa da pesquisa explica que a transferência da tecnologia do teste RT-LAMP UFG", ressalta que a transferência de tecnologia "é a etapa final do processo de desenvolvimento científico e tecnológico realizado na universidade, ela significa que a inovação tecnológica está em vias de se tornar acessível à sociedade, por meio de empresas e instituições com capacidade de produzir, fornecer ou comercializar na forma de novos produtos, processos ou serviços."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que é a tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A tecnologia denominada Protocolo UFG para teste RT-LAMP de diagnóstico molecular da covid-19 detecta a presença do RNA do vírus Sars sARS-CoV-2 durante o período de infecção ativa através da transcrição reversa seguida pela amplificação isotérmica mediada - RT-LAMP (do inglês: reverse transcription loop-mediated isothermal amplification) na análise de amostras de swab nasofaríngeo coletadas com swab estéril e acondicionadas em criotubos contendo 1,5 ml de solução salina 0,9% de cloreto de sódio (NaCl).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os resultados positivos para o teste são identificados por detecção visual mediante a observação de mudança de coloração das amostras. O protocolo UFG para teste RT-LAMP de diagnóstico molecular da covid-19 é uma alternativa aos métodos convencionais de RT-qPCR e apresenta as seguintes vantagens: requer um conjunto de aparato instrumental barato e facilmente encontrado em laboratórios de análises clínicas; o treinamento da equipe técnica para realização das análises e interpretação dos resultados é rápido; o tempo médio da análise para a obtenção do resultado final é de aproximadamente 50 minutos; possui confiabilidade dos resultados equivalente ao obtido por PCR; e apresenta grande potencial para aplicações mesmo em locais com pouca estrutura laboratorial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Links importantes&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/SEI_UFG_-_1944545_-_Edital_SEI_-_Edital_Retificado.pdf"&gt;Edital de Oferta Tecnológica UFG Nº 001/2021 (RETIFICADO)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/SEI_UFG_-_1944556_-_Edital_SEI_-_Anexo_I_-_Retificado.pdf"&gt;Anexo I - Resumo Executivo da Tecnologia (RETIFICADO)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/SEI_UFG_-_1944567_-_Edital_SEI_-_Anexo_IV_-_Retificado.pdf"&gt;Anexo IV - Minuta de Contrato de Fornecimento de Tecnologia (know-how) e Licenciamento de Direitos para Uso e/ou Exploração Comercial (RETIFICADO)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/Retifica%C3%A7%C3%A3o_n01_-_Edtial_de_Oferta_Tecnol%C3%B3gica.pdf"&gt;Edital PRPI n 01 de Retificação de Oferta Tecnológica/2021&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/Edital_-_Oferta_Tecnol%C3%B3gica_Teste_RTLamp.pdf?1615325410"&gt;Edital de oferta tecnológica nº 01/2021 &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/Anexo_I_-_Resumo_Executivo.pdf?1615325363"&gt;Anexo I - Resumo Executivo da Tecnologia &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://prpi.ufg.br/n/139463-publicado-edital-ufg-de-oferta-tecnologica-de-teste-rt-lamp-para-diagnostico-da-covid-19"&gt;Anexo II - Declaração de Interesse, Concordância e Cumprimento de Requisitos&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/Anexo_III_-_Lista_de_Documentos_.pdf?1615325499"&gt;Anexo III - Relação de Documentos para Demonstração de Habilitação Jurídica, Fiscal e Trabalhista&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/Anexo_IV_-_Minuta_de_Contrato_.pdf?1615325481"&gt;Anexo IV - Minuta de Contrato de Fornecimento de Tecnologia (know-how) e Licenciamento de Direitos para Uso e/ou Exploração Comercial&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cronograma edital de oferta tecnológica UFG &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Data&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Etapas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p&gt;09/03/2021&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p&gt;Lançamento do edital no sítio oficial da UFG;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p&gt;16/03/2021&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p&gt;Data limite para impugnação do edital;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p&gt;22/03/2021&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p&gt;Data limite para o recebimento da documentação para a candidatura das instituições interessadas;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p&gt;24/03/2021&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p&gt;Data limite para a publicação do resultado preliminar de instituições habilitadas;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p&gt;25/03 a 26/03/2021 &lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p&gt;Período para interposição de recursos; contra o resultado preliminar de instituições habilitadas;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p&gt;29/03/2021&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p&gt;Publicação do resultado final de instituições habilitadas;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;Início do período de convocação das instituições habilitadas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; para assinatura de contrato;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;Divulgação do calendário de datas disponíveis para a realização das etapas da transferência de tecnologia.&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Saiba mais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://jornal.ufg.br/n/139265-hc-ufg-aplica-teste-molecular-rapido-para-covid-19-desenvolvido-na-universidade"&gt;HC-UFG aplica teste molecular rápido para covid-19 desenvolvido na Universidade&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://jornal.ufg.br/n/136706-pesquisas-em-diversas-areas-engrandecem-cenario-cientifico-da-ufg"&gt;Pesquisas em diversas áreas engrandecem cenário científico da UFG&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://jornal.ufg.br/n/130649-quimica-e-biologa-desenvolveram-o-teste-molecular-rapido-para-covid-19"&gt;Química e bióloga desenvolveram o teste molecular rápido para covid-19&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://jornal.ufg.br/n/129802-pesquisa-da-ufg-de-testes-para-covid-19-recebe-r-300-mil-do-mpt-go"&gt;Pesquisa da UFG de testes para Covid-19 recebe R$300 mil do MPT GO&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://jornal.ufg.br/n/127896-ufg-desenvolve-teste-molecular-rapido-para-covid-19-em-microchips"&gt;UFG desenvolve teste molecular rápido para COVID-19 em microchips&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 16 Mar 2021 18:29:22 -0300</pubDate>
      <link>https://inovacao.ufg.br/n/139767-ufg-lanca-edital-de-transferencia-tecnologica-do-teste-rt-lamp</link>
      <guid>https://inovacao.ufg.br/n/139767-ufg-lanca-edital-de-transferencia-tecnologica-do-teste-rt-lamp</guid>
    </item>
    <item>
      <title>CEI UFG seleciona novas empresas para programa de incubação</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="CEI UFG - chamada 03/2021" title="CEI UFG - chamada 03/2021" src="http://inovacao.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/Screenshot_20210313-161835_2-1.png?1615825036" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Interessados podem se inscrever até dezessete de março&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/Screenshot_20210313-161835_2.png" alt="CEI UFG - chamada 03/2021" width="600" height="594" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Centro de Empreendedorismo e Incubação da UFG (CEI) está com inscrições abertas para o processo seletivo de novas startups que irão integrar o Programa de Incubação com ênfase no desenvolvimento de negócios e formação empreendedora. Apoio técnico, administrativo, comercial e jurídico, além de espaço físico caso seja de interesse, são algumas das vantagens oferecidas, durante o período em que a startup permanecer incubada. O limite é de 3 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com a gerente do Centro de Empreendedorismo e Incubação, Emilia Rosângela Pires, é importante que o empreendedor se atualize em áreas de gestão e comercialização para alcançar seus objetivos. ”Somos capacitados para auxiliar quem busca expandir seu potencial em negócios, o CEI é um ambiente de inovação referendado e reconhecido no país”, conclui.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Referência&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O CEI conta com a cooperação do Sebrae e é a única incubadora do estado de Goiás certificada como Centro de Referência para Apoio a Novos Empreendimentos (Cerne) Nível 2. A plataforma Cerne oferece soluções que visam ampliar a capacidade da incubadora de gerar empreendimentos inovadores bem-sucedidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Credenciado no Comitê da Área de Tecnologia da Informação – Cati ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI, o CEI também está apto para a contratação das empresas incubadas por empresas beneficiárias da Lei de Informática, na realização de projetos de PD&amp;amp;I.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Informações&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para participar do Programa de Incubação é necessário que a empresa possua perfil voltado para inovação, ou seja, que apresente uma novidade ou aperfeiçoamento no ambiente produtivo, resultando em novos produtos, processos ou serviços, conforme estabelece a Lei de Inovação 2 de dezembro de 2004.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As inscrições para o processo seletivo estarão abertas até o dia 17 de março (quarta-feira). O edital está disponível no site &lt;a href="http://www.cei.ufg.br/"&gt;www.cei.ufg.br&lt;/a&gt;. Informações também pelo WhatsApp (62) 3209-6034 ou pelo e-mail cei.ufgo@gmail.com, de segunda a sexta, das 8h às 18h. &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 15 Mar 2021 13:13:51 -0300</pubDate>
      <link>https://inovacao.ufg.br/n/139692-cei-ufg-seleciona-novas-empresas-para-programa-de-incubacao</link>
      <guid>https://inovacao.ufg.br/n/139692-cei-ufg-seleciona-novas-empresas-para-programa-de-incubacao</guid>
    </item>
  </channel>
</rss>
